«[...]
É então assim que Francisco Bélard vem a acabar - ipsis verbis! - "… numa livraria utópica que venda todas as revistas do mundo. Muitas assumem natureza semelhante à dos livros. Àquelas de gosto, digo: bem-vindas ao universo do livro".
[...]
Como não devo alongar-me, volto a Francisco Bélard, com um abraço para ele, naturalmente, mas extensivo a muita gente do jornalismo cultural, e termino a saudar o jornal e a revista: "bem-vindos ao universo do livro"!
L. V.»
Ler texto completo no «Chapéu & Bengala».
É então assim que Francisco Bélard vem a acabar - ipsis verbis! - "… numa livraria utópica que venda todas as revistas do mundo. Muitas assumem natureza semelhante à dos livros. Àquelas de gosto, digo: bem-vindas ao universo do livro".
[...]
Como não devo alongar-me, volto a Francisco Bélard, com um abraço para ele, naturalmente, mas extensivo a muita gente do jornalismo cultural, e termino a saudar o jornal e a revista: "bem-vindos ao universo do livro"!
L. V.»
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