A importância que as coisas têm, e igualmente as pessoas e os acontecimentos, é a que lhes damos.
Não é que coisas, pessoas e acontecimentos não tenham a sua própria importância, mais relevante ou menos relevante.
Apesar disso vou repetindo:
têm a importância que lhes damos. E, se o repito, é para aplicar ao acontecer, no próximo domingo,
do nosso II Encontro Livreiro.
Muito longe de ser um acontecimento subjugante, em que se vai participar porque «como é que se pode
passar ao lado?». Apesar disso a simpatia que tem despertado nas últimas semanas é significativa.
Significa que? É o que procurarei perceber melhor, desde já,
pelas adesões que por estes dias se forem confirmando ao convite em que insistimos, com muito gosto, para um Moscatel de Setúbal na Culsete.
Feito com muito gosto e sem pretensiosismos, é um convite
para um acontecimento sem nada de subjugante,
que há-de ter, no entanto, a importância que lhe dermos.
Manuel MedeirosNão é que coisas, pessoas e acontecimentos não tenham a sua própria importância, mais relevante ou menos relevante.
Apesar disso vou repetindo:
têm a importância que lhes damos. E, se o repito, é para aplicar ao acontecer, no próximo domingo,
do nosso II Encontro Livreiro.
Muito longe de ser um acontecimento subjugante, em que se vai participar porque «como é que se pode
passar ao lado?». Apesar disso a simpatia que tem despertado nas últimas semanas é significativa.
Significa que? É o que procurarei perceber melhor, desde já,
pelas adesões que por estes dias se forem confirmando ao convite em que insistimos, com muito gosto, para um Moscatel de Setúbal na Culsete.
Feito com muito gosto e sem pretensiosismos, é um convite
para um acontecimento sem nada de subjugante,
que há-de ter, no entanto, a importância que lhe dermos.
Livreiro, Poeta, Fundador do Encontro Livreiro
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