domingo, 10 de abril de 2011

Convite para um copo

Se nada acontece por acaso, talvez que em conjunto consigamos inventar aqui no blogue do Encontro Livreiro alguma forma de o tornar inteiramente correspondente, em vivacidade, aos próprios encontros já realizados: o de 28 de Março de 2010 e de 27 de Março deste ano de 2011.
De facto se a vivacidade é a da fogueira de palha, não te fies. As batatas não chegarão a cozer e cruas só com muita fome... As visitas ao blogue voltaram a números que... Não faço ideia se há que aplicar aquela que diz: «poucos e bons». É sempre verdade, mas neste caso se a fogueira está morta... Antes de mais acusar (mail de ontem, colectivo) o alerta do nosso administrador, o Luís Guerra, amigo excelente de todos os que por aqui já vieram e de muito boa gente mais, a que poderá aparecer quando quiser.
Embora lhe tenha chamado um «pedido», prefiro chamar-lhe simplesmente um «alerta». É por causa da sensação de que a quem nos faz um pedido prestamos um favor, ao corresponder... E isto aqui é para quem quer. Favores, isso fica para outras fases da Lua.
Vou dizendo isto a brincar, mas não brinco com isto: se o Encontro Livreiro partiu de um convite para um copo, talvez um novo convite para um copo se não de Moscatel talvez de ideias e factos nos leve a pagarmos uns aos outros umas boas rodadas aqui à mesa do blogue.
Como por exemplo? Parece-me fácil. Só a «copiar», com a devida vénia, o que em milhentos blogues nos interessa a todos, os quantos nos entendemos pela tal feliz designação de «Gentes do Livro», só isso já é muito e um grande favor para muitos, para mim, por exemplo, que perco tanta informação e interessantíssimos debates de ideias. E se não der para copiar, dar um resumo com um comentário, com uma opinião. Umas boas rodadas!
De entre nós quem já acompanhou de perto esse espantoso convívio de taberna aonde fui buscar a imagem de «umas rodadas»?
Há muito que ando a aprender a ideia de «atabernar as livrarias». Voltei agora a pensar miudamente nesse ponto quando li aqui no blogue: «Todos os dias são bons para visitar uma livraria». Um dia destes talvez a gente pudesse conversar a propósito. Que dizem daí, amigos?

M. Medeiros, o livreiro velho

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