sexta-feira, 29 de abril de 2011

Dias de Feira

«(...) Será conservadorismo da minha parte, mas gostava mais da Feira quando esta permitia passear desordenadamente por entre pavilhões, conversando com editores e folheando livros sem me sentir fechada em áreas vedadas ou enormes caixotes. Sim, às vezes chove e é aborrecido, outras vezes está muito calor e para isso estão lá as árvores e os relvados do Parque, mas substituir a sensação de subir e descer as alamedas em passeio livresco pela necessidade de entrar e sair de sítios não me alegra os dias de Feira.» (...)

Sara Figueiredo Costa, in «Cadeirão Voltaire».

Uma pergunta, somente, e depois se verá:
- O que significaram e o que significam as Feiras do Livro da APEL (não esquecer: são oitenta e um anos de influência!) para o desenvolvimento do comércio livreiro e para o desenvolvimento da leitura no Portugal que somos?

L. V. , in «Chapéu e Bengala»

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