sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Ler é errar

«Há no acto de ler uma expectativa que não procura a consumação. Ler é errar. A leitura é a errância.

[...]

A felicidade crescia. Lia. A felicidade devorava-me. Li todo o Verão. A felicidade devorou-me todo o Verão.
»

Pascal Quignard, As Sombras Errantes - Último reino, Lisboa, Gótica, 2003.

{leitura de Luís Guerra - com um abraço reconhecido ao Ricardo Ribeiro que lhe ofereceu este livro}

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