quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Não podemos viver eternamente rodeados de morte e de mortos.


«Não podemos viver eternamente rodeados de morte e de mortos. E se ainda restam preconceitos há que destruí-los. "O dever", digo bem, "O DEVER" do escritor, do poeta não é encerrar-se cobardemente num texto, num livro, numa revista, donde não mais se libertará, mas pelo contrário sair para fora para sacudir, para atacar o espírito público. Senão para que serve? Para que nasceu?»

Antonin Artaud

{leitura de Rosa Azevedo /estórias com livros}

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