quarta-feira, 2 de novembro de 2011

«Um livreiro não vende livros! Um livreiro vende muito mais, numa caixa chamada livro»

«Eu volto, espero voltar, ao texto aonde fui por estas palavras, melhor dito, por esta bandeira, a qual gostaria de ver à frente de um exército, como naquela estória de «O Decepado» da História de Portugal. Não para a algum alferes-mor lhe serem cortadas as mãos mas para que as Gentes do Livro se quisessem entender, ao menos aqueles que estão nisto, antes de mais, por amor à arte. (...)»

L.V., Chapéu e Bengala.

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