sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

«(...) este asséptico assalto digital só fará que daqui a uns tempos se assista a uma maior valorização do livro que se toca, cheira e que, no final de contas, se manteve igual a si próprio, ou seja, perfeito e insubstituível.»

Cláudia Lopes e Miguel Gouveia, os editores da Bruaá entrevistados por «Tantas Páginas»

«[...]

TP. Têm iPad? E Kindle? Como vêem o futuro do livro infantil em papel num mundo tomado de assalto pela revolução digital e pelo download pirata? Estão preparados para o e-book?

B. Não temos. No entanto, estamos conscientes das suas potencialidades e temos estado atentos ao que se passa. Muita coisa vai mudar, é certo, mas nada nos faz temer pelo futuro do livro, muito menos pelo infantil. Pelo contrário, este asséptico assalto digital só fará que daqui a uns tempos se assista a uma maior valorização do livro que se toca, cheira e que, no final de contas, se manteve igual a si próprio, ou seja, perfeito e insubstituível.

[...]»

Cláudia Lopes e Miguel Gouveia [Bruaá Editora]
Ler entrevista completa no «Tantas Páginas»

2 comentários:

  1. Também me parece. O livro nunca deixará de existir.

    onésimo

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  2. O suporte digital para os livros é bom. Põe mais pessoas a ler. E quanto mais pessoas gostarem de ler maior será a valorização do livro. É por isso que sou da opinião que o livro em papel estará sempre à mão. Mas eu sou a favor de todas as formas de levar a leitura às pessoas. Por isso abram alas às novas formas de ler. Ler é que é preciso!

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