terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Há que (...) pegar em espingardas. As dos livreiros, são os livros... e a cultura



Na impossibilidade de estar presente na justa homenagem aos livreiros da Culsete, não quero deixar de marcar a data com os votos de felicidade, endereçando os parabéns pela coragem e sacrifício de 40 anos à frente deum local de culto.

Abrir uma livraria independente de interesses financeiros é obra. Sendo, como é o caso, um projecto apenas familiar, é uma obra impagável.

Quando as livrarias, como os trabalhadores, são miseravelmente atacados por quem de cultura apenas ouviu o nome, ao ponto de acabar com o respectivo Ministério e remeter os assuntos para uma Secretaria de Estado fantasma, há que tomar este exemplo e, não só não baixar os braços, mas, acima de tudo, pegar em espingardas. As dos livreiros, são os livros… e a cultura.

Bem-hajam, Fátima e Manel que está aí, agasalhadinho na nossa memória, a esfregar as mãos de contente… e a escrever, a escrever, a escre… a esc… a es… a…

Abraço fraternal

Joaquim Gonçalves (A das Artes - Sines)

(Mensagem enviada ao Encontro Livreiro Especial de 30 | Novembro | 2013)

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