domingo, 27 de março de 2011
Porque há coisas que acontecem
MARÇO, MARÇAGÃO:
DE MANHÃ CARA DE CÃO,
À TARDE VERÃO!»
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
JL
A Livraria Culsete, em Setúbal, acolherá o II Encontro Livreiro, no próximo dia 27, domingo, a partir das 15. Escritores, livreiros, editores e bloggers estão por detrás da iniciativa que se concretiza no último domingo de março de cada ano, em prol da "respeitabilidade e continuidade do setor livreiro e do seu trabalho". E porque atualmente as conversas à volta dos livros dão-se sobretudo na blogosfera, a organização (através do blogue "Isto Não Fica Assim!") está a receber textos sobre "esta coisa de as pessoas se encontrarem para conversar sobre o mundo dos livros", de onde sairão motes para o convívio.»
JL de 23 de março a 5 de abril de 2011, p.2
A volta do parafuso
«Foi na Culsete que aprendi muito do que hoje sei sobre os livros.», diz Luís Ricardo Duarte, do blogue «A volta do parafuso». Mas vale a pena ler todo o texto. Pena que o Luís não possa estar presente neste II Encontro Livreiro. Fica o convite para o III Encontro, no último domingo de Março de 2012.quinta-feira, 24 de março de 2011
ATENÇÃO ÀS HORAS!
A concentração para o II Encontro Livreiro começa às 15 horas.
quarta-feira, 23 de março de 2011
A importância que tem ou que pode ter?
Não é que coisas, pessoas e acontecimentos não tenham a sua própria importância, mais relevante ou menos relevante.
Apesar disso vou repetindo:
têm a importância que lhes damos. E, se o repito, é para aplicar ao acontecer, no próximo domingo,
do nosso II Encontro Livreiro.
Muito longe de ser um acontecimento subjugante, em que se vai participar porque «como é que se pode
passar ao lado?». Apesar disso a simpatia que tem despertado nas últimas semanas é significativa.
Significa que? É o que procurarei perceber melhor, desde já,
pelas adesões que por estes dias se forem confirmando ao convite em que insistimos, com muito gosto, para um Moscatel de Setúbal na Culsete.
Feito com muito gosto e sem pretensiosismos, é um convite
para um acontecimento sem nada de subjugante,
que há-de ter, no entanto, a importância que lhe dermos.
Livreiro, Poeta, Fundador do Encontro Livreiro
segunda-feira, 21 de março de 2011
27 de Março de 2011
Um lembrete [apenas para os mais distraídos]: é já no próximo domingo, dia 27 de Março de 2011, a partir das 15 horas, na Livraria Culsete (Setúbal).Confirmações de presença, dúvidas, envio de textos, etc.
encontro.livreiro@gmail.com
sábado, 19 de março de 2011
O encontro e o convívio
Entre muitas outras, aqui está uma das razões para a urgência do encontro e do convívio, que aquele pode atear, um fogo que se alimenta de afectos, de cumplicidades e de partilhas que exigem um pouco mais do que o simples clic maquinal, este um convívio de maior solidão, bem mais frio e distante.
Encontremo-nos, pois, e convivamos para nos conhecermos melhor e, conhecendo-nos melhor, melhor fazermos o que houver a fazer. E há muito a fazer.
[...]
Estava só a pensar, divagando, no nosso Encontro Livreiro em Setúbal e aqui fica o resíduo de um pensamento à solta que me puxou para aqui.
No próximo dia 27 é muito natural que alguns, que se julgam conhecer há muito, só de ouvir falar, se encontrem pela primeira vez e passem a con-viver mais. E, se isso acontecer, já valeu a pena o sonho do Livreiro Velho a que, desde o passado dia 28 de Março de 2010, demos asas.
Um abraço a todos e até breve,
Luís Guerra
Assírio & Alvim /Fundador do Encontro Livreiro
sexta-feira, 18 de março de 2011
A Persistência da Visão
Sentado frente ao ecrã, com o frio da noite lá fora, longe deste ambiente vivo e agradável graças a um aquecedor a gás, recordo os lugares de ler da minha infância e juventude. Eram sítios e espaços maravilhosos, de regras claras e distintas, com um imperativo maravilhoso: fruir o livro. Eram lugares onde eu podia largar tudo e mergulhar num livro.
No meu caso, identifico-os bem. A livraria e a tabacaria do meu bairro e, como é natural, a casa de meus pais. Em casa havia livros de todos os tipos, temas e feitios. Não eram muitos mas supriam todas as minhas necessidades e prazeres. Quando descobri que não me chegavam e que lá fora havia um mundo imenso de livros, livrarias e bibliotecas, fiquei maravilhado. Iniciei então uma viagem sem regresso, do tipo que todos reconhecemos (mesmo os que não lêem).
O encontro com o livro e a leitura é por vezes o simples resultado da disponibilidade. De livros e de tempo. É espantosa a quantidade de tempo que existe quando somos mais novos. Todavia, acredito que o mais determinante nesse encontro não é nem o espaço, nem o tempo, nem sequer uma forte presença física de livros.
Por isso, ao desfiar a memória dos lugares onde li livros, reparo subitamente que o importante foram as pessoas que neles estavam.
As pessoas que faziam parte da minha paisagem em qualquer lado que eu estivesse ou fosse eram naturalmente os meus pais e os meus avós. Pessoas que para mim foram e são como lugares num sentido latino. Presenças fulcrais, centrípetas e aconchegantes. Pessoas que me deixaram sonhar e que me mostraram como fazê-lo. Vejo o meu avô sentado no sofá da sala embrenhado num jornal ou num romance. Sinto a minha avó perto de mim, ajudando-me a ler os livros de juventude da minha mãe. Aqueço-me nos serões de leitura dos Lusíadas à beira da cama de minha mãe. Descanso, mesmo nas noites em que acordei estremunhado com algo e dei com o meu pai lendo, sentado na cama.
Mais tarde, saía de casa para ir a lugares com pessoas. Com as senhoras simpáticas da livraria do bairro que não só me aturavam as perguntas, como o hábito de ler sentado no chão ou encostado aos escaparates. A da tabacaria que me deixava manusear dicionários ilustrados e Júlio Verne sem ter de os comprar. O alfarrabista que macambúzio não comentava se eu pegasse num volume de Spengler, noutro de Durrell e num Argonauta. Posso dizer que a primeira coisa que comprei para mim em toda a minha vida, foi um livro e que não me esqueço dos nervos que senti ou do sorriso de lábios cuidadosamente irreflectidos da empregada ao dar-me o troco.
Os livros, apesar de maravilhosos, nada são sem as gentes que o suportam, amam e acarinham, nada sem os que os lêem, que os promovem, que os ensinam e que os tornam, como se costuma dizer hoje, virais. Os livros possuem o péssimo hábito de não serem auto-suficientes. Precisam de pessoas como nós para terem vida, para serem vida.
E quantos mais formos, mais persistiremos contra o apagar da luz.
Nuno Fonseca
Orgia Literária / Fundador do Encontro Livreiro
Libertad
Deixamos aqui, para reflexão e comentário, esta reflexão da Sara, a que chegámos - e não é insignificante referi-lo aqui - pelo seu eco em Sines. E que agora se passa a escutar aqui e por aí.
Letra Livre
A Livraria Letra Livre, que também está convidada e convida outras gentes do livro, divulga o II Encontro Livreiro. Obrigado e venham daí até Setúbal.Dia Mundial da Poesia e da Árvore com Helder Moura Pereira
É apenas uma sugestão do ENCONTRO LIVREIRO.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Os livros que se publicam, as listas dos mais vendidos, os prémios literários e aquilo que mais interessa
São títulos e personalidades que, cada vez mais, interessam a uma parte do sector editorial. Algumas das vezes, infelizmente, àquela parte que tem dinheiro para esbanjar na habituação, no vício, na publicidade e no marketing, para depois ir colher os frutos que quer. Frutos que já não custam tanto dinheiro a produzir. É uma opção de um sistema que valoriza apenas o material, a imagem, o parecer-se com. Daí, muitas das publicações que aparecem nas montras parecerem-se com livros mas serem apenas um produto. Com embalagens vistosas e publicidade em tudo o que é sítio. Não me admira, pois, que se vendam ao lado dos legumes e das mercearias.
Pelo contrário, há publicações que apenas se vendem nos estabelecimentos da especialidade. Como os medicamentos. São livros perigosos, que servem para curar doenças ou alimentar o espírito. Como os remédios deste tipo que só se vendem nas farmácias, são livros que apenas se encontram nas livrarias. Porque são perigosos mas, em geral, não são rentáveis.
Gostaria que António Damásio tivesse vida e saúde para ter tempo de estudar e publicar os motivos que levam a este estado mental. Poderia ser que conseguisse iluminar algumas cabeças pensantes. Pode ser que o seu último livro O Livro da Consciência – A construção do cérebro consciente possa já dar uma pequena ajuda. Até porque o livro, para o género, até se vende bem ocupando mesmo um bom lugar no top da livraria.
Aqui, a nossa lista dos mais vendidos, desta vez, até tem coincidência com as listas dos grandes grupos livreiros. Mas as listas valem o que valem. Há livros dessas listas de grandes vendedores que não saem das prateleiras ou das mesas da livraria de província. Sejam eles publicitados ou mesmo premiados. Por exemplo, sendo um dos autores que até se vende bem por aqui, desde o anúncio do Prémio Nobel da Literatura de 2010, e durante cerca de um mês, só um cliente nos procurou por livros de Mário Vargas Llosa. Há mistérios insondáveis dignos de um estudo sociológico.
E este é o prémio Nobel! Imaginem as dezenas de outros prémios que aparecem anunciados nas capas, prémios de que ninguém ouviu falar senão o Editor quando visitou a Feira de Frankfurt.
Felizmente há quem aposte no prémio da qualidade. Autores, Editores, livreiros e, felizmente, alguns leitores. Esse é o prémio que apenas com a leitura se afere. Somos nós, leitores, que o atribuímos. Ao ler, ao falar do livro, ao divulgá-lo. E isso é o que mais interessa.
Joaquim Gonçalves
A das Artes (Sines) / Fundador do Encontro Livreiro
Tratar os livros por tu
E hoje apetece-me responder sem filosofias, talvez porque já seja tarde e estou demasiadamente cansada, ou porque faz muita falta voltarmos a tratar os livros por tu.
Eu leio porque gosto dos livros. Porque de manhã vou no comboio e estou a caminho de um dia comprido de trabalho e quero viajar um bocadinho antes de lá chegar. Leio porque gosto de histórias, de conhecer pessoas com quem nunca me vou cruzar e sítios a que nunca hei-de ir porque estão na cabeça dos autores e não nos mapas. Leio porque estou e férias e fico mesmo feliz por ter tempo para ler. Leio porque acredito que a escrita é a forma mais pura de falar. De mandar mensagens ao mundo ou só a uma pessoa. Leio porque os livros pelos quais somos loucamente apaixonados são o assunto mais encantador que se pode ter numa conversa de café. Leio porque sou dotada de uma curiosidade doentia (só com os livros). Leio porque muitas vezes fui salva por um livro, quando o real diário se tornava insustentável. Leio também porque os livros são objectos bonitos. E há uns que são mesmo bonitos. E além disso são objectos que podem andar sempre connosco e o conforto é também termos connosco todo o dia o que de nosso é mais bonito. Nunca me vou fartar de ler nem de livros. O facto de trabalhar com livros não me saturou, conseguiu apenas que eles se tornassem a minha casa.
Vou viver com eles e para eles o resto da minha vida.
Rosa Azevedo
Estórias com Livros
quarta-feira, 16 de março de 2011
ACERCA DE «REFLEXÕES SOBRE...»
Desafia-nos, meu amigo, para, de hoje, dia 16, até ao já tão próximo dia 26, enviarmos à sua administração do «encontrolivreiro.blogspot.com»
as nossas «reflexões sobre...». E... cá estou eu! Se alguém tem obrigação de não fazer ouvidos de mercador,
toda a gente, de certeza, acha que sou eu.
Conhece aquela dos dois compadres?
«Nesta terra há duas pessoas que devem merecer a vossa inteira confiança.
Uma é meu compadre.
A outra, meu compadre que o diga».
Porque isto é questão de lembrarmos o que num certo dia foi simples conversa entre nós dois:
a razão que me levou em 2010 a desejar oferecer aqui em Setúbal um moscatel a um diversificado grupo de pessoas, desde que de algum modo
ligadas ao Mundo dos Livros.
Com o único objectivo de nos encontrarmos, convivermos e, naturalmente, conversarmos.
Sem nada de formal nem de agendado,
a não ser exactamente isso:
juntos tomarmos um moscatel, aqui em Setúbal, e nesse dia escolhido cuidadosamente, o último domingo de Março.
Já bom tempo,
nem muito a Norte, nem muito a Sul, nem onde sempre é difícil este ambiente de passeio que Setúbal proporciona,
entre o fechar devoluções e contas do ano anterior
e o entrar nas actividades em que muitos têm de ocupar-se, até ao domingo, no adiantar-se a Primavera.
A si, por acaso e por alguma razão especial, encomendei uma opinião.
Se agarrou a ideia como válida, não vai ninguém perguntar, porque é evidente.
Foi por isso que em 28 de Março de 2010 aconteceu o I ENCONTRO LIVREIRO
e que agora em 27 de Março o II ENCONTRO LIVREIRO vai acontecer.
O velho livreiro tem de sentir-se grato.
O novo convite que faz para mais um Moscatel de Setúbal é também um modo de agradecer,
a todos mas especialmente a si, meu amigo, o prazer que, como se compreende,
um livreiro em seu fim de carreira não pode deixar de sentir pela bela tarde de convívio que se viveu no ano passado e
pelo entusiasmo com que está ser divulgado o convívio da tarde do já tão próximo último domingo de Março de 2011, este ano no dia 27.
É por isso e para isso, esta carta.
Não são bem as reflexões que pediu «sobre» ENCONTRO, CONVÍVIO, GENTES DO LIVRO, mas creio poder dizer-se que «acerca de».
Permita-me que traga para aqui um meu
«Bem haja!».
E permita-me, ainda, que estenda este «Bem haja!» a todos os que estão consigo (connosco, talvez deva dizer!).
Por agora fico por aqui, a ver quem chega.
Um grande abraço
A Fonte de Helena
Encontro / Convívio das Gentes do Livro
DEIXAMOS AQUI O SEGUINTE DESAFIO
Até ao próximo dia 26, façam chegar ao
encontro.livreiro@gmail.com
as vossas reflexões sobre
ENCONTRO
CONVÍVIO
GENTES DO LIVRO
e nós publicaremos aqui no blogue. Agradecemos que os textos indiquem nome, actividade e/ou empresa a que estão ligados profissionalmente.
segunda-feira, 14 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Teresa

Obrigado, Teresa. Esperamos ver-te em Setúbal.
Isabel
«Isabel Castanheira dedica-se aos livros desde 1976, altura em que abriu a sua livraria Loja 107. Hoje é um lugar de apreço do circuito livreiro português, onde se pode saber e conversar sobre tudo o que diz respeito ao mundo dos livros e de quem dele faz parte.»Ler mais aqui.
Parabéns, Isabel.
Contamos consigo no próximo dia 27, em Setúbal.
sexta-feira, 11 de março de 2011
LER - blogue de informação literária e editorial
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ecos do Encontro Livreiro no «La double vie de Veronique»

Obrigado, Dora. Pena que não possa vir até Setúbal no próximo dia 27. Fica o convite para o III Encontro Livreiro. Ou antes, quando quiser.
Bem-vindo(a)s ao universo do livro
É então assim que Francisco Bélard vem a acabar - ipsis verbis! - "… numa livraria utópica que venda todas as revistas do mundo. Muitas assumem natureza semelhante à dos livros. Àquelas de gosto, digo: bem-vindas ao universo do livro".
[...]
Como não devo alongar-me, volto a Francisco Bélard, com um abraço para ele, naturalmente, mas extensivo a muita gente do jornalismo cultural, e termino a saudar o jornal e a revista: "bem-vindos ao universo do livro"!
L. V.»
Ler texto completo no «Chapéu & Bengala».
terça-feira, 8 de março de 2011
«E, em três tempos, muitos escritores deixarão de existir.»
Jaime Bulhosa (Livreiro), in «100 ideias para o futuro, LER, nº 100 (Março de 2011), p. 77.
«as livrarias deviam premiar o bom gosto e castigar a saloiice»
Pedro Vieira (ilustrador e apresentador do programa "Ah, a Literatura!" , etc. etc., e ex-livreiro), in «100 ideias para o futuro, LER, nº 100 (Março de 2011), p. 80.
«Enquanto, lá fora, as galinhas...»
Joaquim Gonçalves (Livreiro), in «100 ideias para o futuro», LER, nº 100 (Março de 2011), p. 84.
Pó dos Livros
«O Encontro Livreiro será o que todos nós quisermos que seja.»
Venham daí Isabel, Débora, Jaime e Carlos. Contamos convosco no próximo dia 27.
segunda-feira, 7 de março de 2011
«Impressionante»
E era uma pena!
Podia escapar aos meus queridos amigos que visitam este blogue, como o fazem a estimada D. Fernanda e o grande artista José Ruy. Queridos amigos, sim!, porque não se importam com que não tire o meu chapéu ao abrirem-me a sua porta e são sabedores de que uma bengala pode ser admirável batuta para bons ritmos dos movimentos quer do corpo quer do espírito.
Copiei para ser post e para pedir a atenção das Gentes do Livro. Fiz bem?»
LER MAIS AQUI.
sexta-feira, 4 de março de 2011
«o cão que comeu o livro...»
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
«Rabiscos Vieira» divulgam Encontro
Pedro Vieira, o Irmão Lúcia, o ilustrador (da Ler e não só), o apresentador (com Catarina Homem Marques) do Ah, a Literatura! (Canal Q), o escritor que acaba de lançar o seu primeiro livro, Última Paragem, Massamá (Quetzal) e que confessa, nesta entrevista, «gosto muito da vírgula, das quebras e das graças que se podem fazer, são infinitas, de facto», o livreiro (Bulhosa, Byblos, Almedina), mas sobretudo o amigo que quis mas não pôde, por motivos de força maior, participar no I Encontro Livreiro - fica aqui o convite público para participares no Encontro deste ano -, ofereceu-nos este «rabisco» que, a partir de hoje, passa a ser utilizado na divulgação deste convívio / encontro das «gentes do livro» que, no dizer da Sara do Cadeirão Voltaire, reunirá em Setúbal, no próximo dia 27, domingo a partir das 15 horas, «gente que lê, que escreve sobre o que lê, que frequenta as livrarias, que edita, que escreve para os outros lerem, que gosta de livros, em suma.»Bem haja, Pedro.















