60 ANOS SÓ HOJE…
E AINDA SERIA MUITO CEDO
PARA O PERDERMOS…
Para comemorar os 60 anos do nascimento do editor português Manuel Hermínio Monteiro, um dos casos de espantar no nosso mundo por ter querido e conseguido dedicar-se tão preponderantemente à edição de poesia e atingindo o sucesso que ainda perdura, desejei ir, por ler o prefácio do seu punho, ao, mais do que legado, monumento que concluiu à beira do fim e que é Rosa do Mundo – 2001 Poemas para o Futuro.
Esse belo prefácio ou introdução que tem por título «À maneira de uma cosmogonia», termina com esta frase, sem dúvida circunstancial, directamente referida «à Porto 2001/Capital Europeia de Cultura», mas…:
«Para nós foram um exemplo e a melhor demonstração de que lidámos com verdadeiros responsáveis culturais».
Peço que voltemos atrás para juntos lermos as primeiras duas páginas, a IX e a X e traduzirmos em ideia e sentimento estas extraordinárias palavras, de uma pureza de corrente na montanha:
«Ainda sabemos muito pouco da essência e do secreto milagre da Poesia. (…) Aspiramos o seu perfume e dizemos, que bom seria se ele desse uma volta completa e perfeita a este mundo.»
Desejava e creio que devia acrescentar de mais algumas palavras este post, mas estou comovido e, pronto!, fica em só mais isto: porque é que alguém morre assim, tão novo, com tanto para dar, com tanta falta que nos faz?…
Manuel Medeiros
Esse belo prefácio ou introdução que tem por título «À maneira de uma cosmogonia», termina com esta frase, sem dúvida circunstancial, directamente referida «à Porto 2001/Capital Europeia de Cultura», mas…:
«Para nós foram um exemplo e a melhor demonstração de que lidámos com verdadeiros responsáveis culturais».
Peço que voltemos atrás para juntos lermos as primeiras duas páginas, a IX e a X e traduzirmos em ideia e sentimento estas extraordinárias palavras, de uma pureza de corrente na montanha:
«Ainda sabemos muito pouco da essência e do secreto milagre da Poesia. (…) Aspiramos o seu perfume e dizemos, que bom seria se ele desse uma volta completa e perfeita a este mundo.»
Desejava e creio que devia acrescentar de mais algumas palavras este post, mas estou comovido e, pronto!, fica em só mais isto: porque é que alguém morre assim, tão novo, com tanto para dar, com tanta falta que nos faz?…
Manuel Medeiros
[sublinhados nossos]

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